sábado, 26 de junho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Feriados
Teresa Venda e Rosário Carneiro lançaram o pânico.
Anda aqui a malta a fazer contas aos feriados, principalmente às quintas-feiras (pelos quais eu tenho um carinho especial) e agora estas senhoras lembraram-se de avançar com um projecto porque acordaram um dia e pensaram que Portugal tem feriados e pontes a mais.
Dizem elas que se basearam num estudo feito pelo Dr. Luís Bento, professor de Recursos Humanos da UAL, do qual se conclui que cada feriado custa ao país 37 milhões de euros. Presumo que essas duas alminhas tenham retido do estudo apenas o que lhes interessava, pois não tiveram em conta as hipóteses estudadas pelo autor. O estudo foi feito com base em projecções muito generalistas, não podendo servir como base de comparação com outros países da União Europeia.
Afirmam ainda que os feriados deveriam ser “transferidos” para as segundas-feiras de forma a não prejudicar as entidades que laboram aos sábados. Ora, nesse ponto de vista, celebrar o Dia da Liberdade no dia 28 é a mesma coisa que no dia 25, ou então o Dia de Portugal a 12 de Junho em vez do dia 10, o que para mim é completamente ridículo. No entanto tiveram o bom senso de considerar o Natal e Ano Novo como excepções a esta proposta.
Mais ainda, referem que se devem eliminar quatro feriados, sendo dois deles civis e os outros dois religiosos (contas redondas para não haver intrigas entre o Estado e a Igreja), deixando ao critério das entidades competentes a escolha dos feriados a extinguir, mencionando que "há muito boas razões para retirar alguns e muito boas razões para manter outros", o que me parece uma resposta extremamente clara e simples.
Resumindo e concluindo, estas senhoras não percebem nada de Gestão nem Controlo de Gestão, caso contrário saberiam à partida que o problema não são os feriados nem as pontes. É certo que o nosso país não é propriamente produtivo, mas deve-se à falta de motivação, ética, e controlo. Ninguém se preocupa em produzir porque o português não pensa no dia de amanhã, mas sim no hoje. Em certas perspectivas acho que se deve pensar num dia de cada vez, mas a nível económico, e já que todos enchemos o peito para dizer que isto está cada vez pior, talvez devêssemos começar por contribuir para a melhoria do país que se traduzirá também na melhoria do nosso bem-estar.
E mantenham-se por perto os feriados e pontes.
Afirmam ainda que os feriados deveriam ser “transferidos” para as segundas-feiras de forma a não prejudicar as entidades que laboram aos sábados. Ora, nesse ponto de vista, celebrar o Dia da Liberdade no dia 28 é a mesma coisa que no dia 25, ou então o Dia de Portugal a 12 de Junho em vez do dia 10, o que para mim é completamente ridículo. No entanto tiveram o bom senso de considerar o Natal e Ano Novo como excepções a esta proposta.
Mais ainda, referem que se devem eliminar quatro feriados, sendo dois deles civis e os outros dois religiosos (contas redondas para não haver intrigas entre o Estado e a Igreja), deixando ao critério das entidades competentes a escolha dos feriados a extinguir, mencionando que "há muito boas razões para retirar alguns e muito boas razões para manter outros", o que me parece uma resposta extremamente clara e simples.
Resumindo e concluindo, estas senhoras não percebem nada de Gestão nem Controlo de Gestão, caso contrário saberiam à partida que o problema não são os feriados nem as pontes. É certo que o nosso país não é propriamente produtivo, mas deve-se à falta de motivação, ética, e controlo. Ninguém se preocupa em produzir porque o português não pensa no dia de amanhã, mas sim no hoje. Em certas perspectivas acho que se deve pensar num dia de cada vez, mas a nível económico, e já que todos enchemos o peito para dizer que isto está cada vez pior, talvez devêssemos começar por contribuir para a melhoria do país que se traduzirá também na melhoria do nosso bem-estar.
E mantenham-se por perto os feriados e pontes.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
The power of goodbye
I've had to say goodbye more times than I would have liked. But, everyone can say that. And no matter how many times we do it, even when it's for the greatest good, it still stings. And though we'll never forget what we've given up, we owe it to ourselves to keep moving forward.
What we can't do is to live our lives always afraid of the next goodbye. Because, chances are they're not going to stop.
The trick is to recognize when a goodbye can be a good thing.
(num episódio da Ugly Betty)
What we can't do is to live our lives always afraid of the next goodbye. Because, chances are they're not going to stop.
The trick is to recognize when a goodbye can be a good thing.
When it's a chance to start again.
(num episódio da Ugly Betty)
The beggining
Supostamente seria só aos 30, mas decidi antecipar-me. É um espaço dedicado aos meus mais profundos devaneios e espero mantê-lo durante muito e muito tempo.
Assim sendo, o estaminé está oficialmente "aberto" e por isso sejam bem-vindos.
Assim sendo, o estaminé está oficialmente "aberto" e por isso sejam bem-vindos.
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